a gente passa a maior parte do tempo escrevendo, falando, pensando sobre o amor.
já me disseram que isso não podemos manusear.
de amor a gente se rasga, se entrega.
hadelayde escreve cartas para um amor que ainda está por vir.
cartas de amor são ridículas, já disse o palhaço-poeta. ridícula ela, então.
e quando esse novo amor chegar, hadelayde não precisará mais tomar seus tranqüilizantes.
“a paixão é um mar parabólica, estrada que dói.”
com afeto.
Setembro 28, 2007 às 12:49 am
Eu não passo a maior parte do tempo pensando em amor.
Nem lembro mais direito a sensação, lembro que ele me embriagava, me embriagava bonito e eu sempre bêbado não consigua ver as coisas direito.
Hoje, sóbrio me contento com uma cervejinha de amor.
Setembro 28, 2007 às 1:30 pm
o poeta foi Fernando, o Pessoa.
escreve, bonita, escreve.
cuidado nas revelações, o resto é fichinha.
:]