poderia ser minha vida.

- não era nem preu ter vindo aqui, né? – perguntei.
- por que, amor? – ele respondeu.
[silêncio]

dois minnutos se passaram… um meliante nos aborda!

- bora mermão, passa o celular! tem medo de ser furado não?!

enquanto isso um pivete tira o celular do meu bolso.
- não faça nada, amor. – ordenei.

isso não importa. o que tá pesando é o que tá acontecendo.

….

chegado em casa…
- bora! passa o celular agora!
- tenho não, cara!
- então passa e finge que nada aconteceu.

* 2 vezes no mesmo dia.
legal né?

o que eu poderia entregar? minha vida?

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