a despedida é a pior parte. tá. eu não consigo falar, nem escrever, nem dormir, nem respirar. e toda essa dor ainda vai doer mais.
não precisava ser desse jeito.
a gente nunca nem tinha brigado, deus.
meu coração não aguenta tanto.
nada.
os vinte e seis de abril, os cinco de maio, os quinze de agosto, os vinte e dois de setembro.
e agora?
cortaram meus pulsos.
Outubro 13, 2007 às 2:14 pm
“sei o que deve defender e por valor eu tenho e temo o que agora se desfaz
…
sou metal, raio relâmpago e trovão.”
passa…