do meu lado agora em mim.

Dezembro 28, 2007

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no fundo, no fundo ela é só uma borboleta que morre de saudades da sua flor. e com sua alma de amélie, busca confirmar a certeza de que veio a esse mundo pra ser a mais feliz, pra morrer de amores e que ainda vai tirar os pés do chão sem se machucar.

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esse texto foi feito em cinco de fevereiro de doismilesete, numa segunda-feira de meu deus.
era uma fase difícil e bonita.
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acho que esse ano foi tchuns pra todo mundo, cheio de coisas novas ou não, medos, descobertas, conquistas, o diaboaquatro. quantas pessoas passaram por mim? quantas ficaram em mim? quantas ficarão? não, não me arrependo de nada nem de ninguém.
as escolhas foram certas e certeiras.
ainda bem que senti saudades, morri de amores.

obrigada por terem dado uma passadinha em mim.
do meu lado, agora em mim.


ainda há amor.

Dezembro 23, 2007

ele me chamou pra conversar com aquele jeito doce, e eu como filha tinha o dever de ajudá-lo. me contou as mazelas, me abraçou, disse tudo o que já sabia. é… nessa mesma noite ele me disse a coisa mais bonita que ouvi nesse sábado em que eu queria ficar bem quietinha. o amor que ele tem por ela é o mais bonito. ele deseja que ela fique bem onde for, com quem for, mas que fique bem. e eu nisso tudo, chorei. chorei por saber que ainda existe amor nessa vida, e dos mais bonitos.

tudo o que mais queria era ficar bem quietinha.
esse coração precisa de sossego, só isso.


quero é ver o mar.

Dezembro 19, 2007

não, não gosto de ficar assim calada. esse transtorno pré-fechamento-de-ciclo-anual tá deixando todo mundo coisado. e esse enjôo absurdo e carente já tá me dando nos nervos. essa confusão físico-emocional tá me deixando com dores de cabeça constantes. tá, mais do que nunca quero sair de casa, arranjar um emprego e estudar o que quero, não necessariamente nessa mesma ordem. aqueles planos de morarmos juntos ainda tá de pé? pode até ser um sonho utópico-adolescente, mas não custa nada tentar algo de diferente pra não cair na mesma armadilha que os meus caíram, custa? não, não custa.
cansada de ficar correndo atrás das pessoas. cansada mesmo… custa dar uma ligaçãozinha?
bom, talvez seja
TPM, tédio, chateação familiar, pode ser o que for… tô cansada.

quero é ver o mar.


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Dezembro 17, 2007

quando os cabelinhos da pele ficam eriçados é sinal de que alguma energia muita boa está por vir.
ainda bem que minhas anteninhas de vinil são de boa qualidade.
obrigada.


esse é o reino da alegria:

Dezembro 15, 2007

aos soluços ela me disse que não fazia mais sentido ser daquele jeito. disse que não sabia se virar, que o juízo que pertencia morava longe. mas prometeu se cuidar.
tá, fiquei preocupada, quase não dormi pensando se tudo poderia estar certinho.
o sono chega.
01:52 da manhã o celular toca. a minha música está sendo tocada pra mim, e meu corpo não está lá. mas o coração sim. meus amores.
- keh, tu tá ouvindo? é pra tu!
- tô! ei, te amo…
- num tô entendo nada.. mas é pra tu!

quem disse que consigo dormir depois disso tudo?


era o melhor da festa.

Dezembro 13, 2007

era justo naquela noite que ela ia sentir pela segunda vez consecutiva o que era sair do chão. mas, não. aqueles limites que só um dia quem sabe foram impostos justamente na véspera. e era a véspera dela. o melhor da festa. perdeu. talvez, um dia entenda aquele nãovocêépequenanãoconfionomundo, mas ficará magoada. não, ninguém faz idéia de quanto aquele show é importante.

os nãos eu faço questão de esquecer.


esse coração hiperativo;

Dezembro 7, 2007

ventou leve e agradável. não nego que as asas se abriram, assim, instantaneamente. as florzinhas amarelas desabrocharam e o sol resolveu nos castigar menos. e justo hoje tive vontade de ficar bem quietinha. aquietando esse coração hiperativo.
não dá, não dá! ficar adormecida me corrói. mas a gente tem que descansar um pouquinho, sabe… ai, ai.


não mudará.

Dezembro 6, 2007

NADA.
na-da.

não muda.
não quero.


ai ai

Dezembro 6, 2007

pode dar mais uma voltinha, planetinha?
cada povo doido que me aprece nessa estrada, sabe…


das euforias.

Dezembro 5, 2007

obrigada por dar tantas voltas. e por estarem aqui.
a rotação do planeta traz uma euforia do caramba.
ainda bem.