não mais que de repente

não mais que de repente, o céu se abre e todos os raios solares resolvem inacreditavelmente perseguir minhas retinas. não exito em fechar os olhos para tanta luminescência que invade esse respirar descompassado. os espacinhos metálicos, que me compõe o sorriso, preferem vagar pelo absurdo, inevitável absurdo. e não diz que fui por aí pra qualquer um que passar por ti. é segredo esse negócio de redesenhar a galáxia na palma da mão.

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